
A sexualização infantil envolve um conjunto de fatores preocupantes, que vão desde a mídia com mensagens subliminares até a política progressista inseridas em esquerda e direita.
Ambos os lados avançam a agenda de maneiras distintas: um de forma mais escandalosa e outro mais sutil, mas igualmente prejudiciais. A agenda Woke desperta uma preocupação, pois, mesmo que pareça não afetar um ou outro indivíduo, ninguém está realmente livre das consequências, já que se trata do seio familiar, a base de toda nação.
A agenda woke é alimentada por órgãos internacionais, todos relacionados ao mesmo grupo financiador cuja a implementação não foi imediata; envolveram planejamentos feitos aproximadamente há 3 décadas, de forma velada e atualmente totalmente explícito e banalizado.
O fenômeno das redes sociais, tornou significativo o aumento da exposição de crianças, principalmente, meninas de todas as idades se maquiando e sendo vestidas com roupas femininas adultas, numa busca pela moda blogueirinha, passado despercebido e interpretado como algo “bonitinho”. O conceito mais amplo de adultização está inerentemente ligado à sexualização infantil, refletindo uma nova cultura permissível a maturidade precoce.
Temos visto conteúdos que corrompem a integridade psicológica das crianças e que deveriam ser considerados crimes mas grandes empresas de entretenimento continuam a lucrar bilhões com o público infantil, enquanto aqueles que se opõem a isso são muitas vezes rotulados como radicais.
Do ponto de vista como verdadeiros cristãos, a história de Ló em Sodoma e Gomorra como reflexão pode simbolizar essa realidade tão atual.
A cultura woke inclui também o debate sobre escolha do sexo
No Brasil, se um adolescente comete um crime, pela jurisprudência ele é uma criança sem poder de decisão mas por outro lado, há um incentivo artificial para permitir cirurgias de mutilação em crianças de apenas 8 anos, baseado na “vontade” delas.
Defensores dos animais chegaram a entrar com uma petição para retirar a música “Atirei o pau no gato” das escolas, pois incentivava o mau trato aos animais mas músicas como o funk “proibidão”, que surgiu com o auge dos batidões cariocas e paulistanos, com letras pornográficas amplamente acessíveis, não?
Com as novas medidas da mesma agenda sobre debate da sexualização dentro das salas de aula, onde se discute que uma menina pode ser menino e vice-versa, coloca as crianças em uma posição vulnerável, pois são vitimas de um mecanismo megalomaníaco estrutural. É fundamental que inseramos valores nas crianças, e protejamo-las ao invés de promovê-las a um mundo de hipervalorização superficiais.
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Luz p’ra nós
Gratidão pelo post irmã
Luz p’ra nós 🙏
Luz p’ra nós 🙏🏾⚛️
Super necessário🤘 luz p’ra nós 🙏
virus criado pelos talmudistas #luzpranos
Inadmissível uma criança pode trocar de sexo.
Luz p’ra nós.
Luz p’ra nós!
As crianças devem ser protegidas das perversidade dessa agenda woke e afins.
Luz p’ra nós!
Gratidão, irmã!
Luz p’ra nós 🍎
Luz p’ra nós!